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Dicionário Naútico

Dicionário de termos naúticos, por Abinael Morais Leal

O livro que encontra-se à disposição do público no site www.publit.com.br, pelo telefone 21- 2525-3936, Rio de Janeiro ou por email: aline@publit.com.br 

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P
Há 132 termos neste glossário.
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Termo Definição
PSímbolo designado Papa. O Código Internacional de Sinais estabelece a representação desta letra por uma bandeira azul com um pequeno retângulo branco ao centro. Içada isoladamente significa \"Todos a bordo: a embarcação está prestes a sair.\"
 
PÁ CARREGADEIRAEquipamento mecânico utilizado na área portuária, destinado a carregar caminhões ou vagões com graneis sólidos e empurrar ou rechegar porções.
 
PAIOLCompartimento destinado à guarda ou armazenamento de material de qualquer espécie. Seu nome é em função da utilização: paiol da amarra, paiol do mestre etc.
 
PAIOL DA AMARRACompartimento situado na proa, por ante-a-ré da antepara de colisão, destinado à guarda das amarras das âncoras.
 
PAIOL DO MESTRECompartimento situado na proa do navio, onde são guardados cabos, lonas etc., enfim, todo o material destinado aos trabalhos de marinheiro.
 
PAJEMMarinheiro de graduação inferior a grumete, encarregado da limpeza do barco, em belonave.
 
PALAMENTAConjunto de objetos acessórios que são considerados indispensáveis à navegação, devendo ter presença obrigatória a bordo. Abrange, entre outras peças, o leme, a cana-do-leme, as bandeiras e paus de bandeira, os estropos, os salva-vidas, os ancorotes, as defensas, as lanternas e os cabos de atracação.
 
PALLETSDenominação dada a um estrado de madeira usado na movimentação e empilhamento de mercadorias; tabuleiro. Caracteriza-se também como um acessório de dimensões definidas, dotado de dispositivo de apoio para o garfo das empilhadeiras e conexão com os lingados, utilizado para o acondicionamento de diversos tipos de cargas, possibilitando o seu manuseio de forma unitizada.
 
PALLETS ou PELOTASSão os grãos ou pedacinhos de produtos de qualquer natureza, tais como: palieis de minério, de minerais etc.
 
PANO1. Designação genérica das velas de uma embarcação. 2. Cada uma das tiras de tecidos que, justapostas e cosidas, compõem as velas. A expressão \"a todo o pano\' quer dizer: navegando com todas as velas abertas.
 
PAQUETE1. Navio grande, geralmente movido a vapor, para transporte de passageiros (turismo), correspondência e mercadorias. 2. Tipo de embarcação a vela, do alto São Francisco, para transporte de passageiros e cargas. 3. Antigo veleiro de pequenas dimensões que transportava mercadorias, passageiros e, principalmente, correspondência.
 
PARALIZAÇÃOTempo de interrupção da operação portuária por um motivo determinado. A paralisação pode ser: l. por conta do agente-espera de atracação; de estiva; de caminhões; caçambas; espera de carga; de vagões; abertura e fechamento de porões, à disposição de bordo; do requisitante (quando a turma de capatazia for requisitada e no horário da operação); mudança de porão; remoção de guindaste no porão ou convés; de guindaste para mudança de porão; manobra de embarque para mudança de berço; de alvarenga-to/z; defeito do equipamento de bordo; colocação de material de apoio a bordo; colocação ou retirada de empilhadeira; retirada de volume já embarcado e avariado a bordo; lingando mangote; falta de material e acessórios para estiva; falta de documentos ou despachos; arqueação; preparativos em terra para colocação do mangote; defeito de eclusa; defeito no moinho; dispensa de turma sob conciliação da operação; defeito na rampa do navio; rechego etc.; 2. por conta do porto - remoção de guindaste; defeito no guindaste; na ponte rolante; na empilhadeira, na empilhadeira de containers; no guindaste sob rodas; no grab, da cábrea; no sugador; no readier, espera do guindasteiro; do operador de empilhadeiras; espera do pessoal da oficina; falta de energia etc.; 3. por conta mútua - chuva; agitação das águas; falta de energia etc.
 
PARCEL1. Banco de areia encoberto a pequena altura pela água do rio ou do mar. 2. Recife.
 
PAREDELocal ou ponto, na extremidade do cais, onde são recrutados os estivadores para entrarem em serviço.
 
PARQUEParte das salinas onde se recolhe a água do mar para extrair o sal.
 
PARTEDenominação dada ao usuário do porto.
 
PÁTIOS DE ESTOCAGEMSão as áreas descobertas que se encontram localizadas na área de um porto, intercaladas aos armazéns ou isoladas, destinadas ao recebimento de cargas pesadas ou de natureza especial.
 
PATOLAEquipamento usado para a movimentação das bobinas de papel, ou cargas com embalagens assemelhadas.
 
PAUNome genérico dos mastros, hastes ou antenas da embarcação.
 
PAU DA BANDEIRAPequeno mastro colocado no painel de popa dos navios, onde se iça a bandeira nacional. Nos navios de guerra, a bandeira só é içada no pau da bandeira quando o navio estiver fundeado ou atracado.
 
PAU DA BANDEIRA DO CRUZEIROPequeno mastro colocado no bico de proa, onde se iça, quando o navio está fundeado ou atracado, a bandeira do Cruzeiro, distintivo dos navios de guerra brasileiros.
 
PAU DE CARGADenominação dada a um aparelhamento de bordo, com função semelhante à do guindaste de terra, utilizado geralmente para retirar a carga do porão e colocá-la no convés.
 
PAU REALPau de carga com capacidade para operar com grandes pesos, geralmente acima de vinte toneladas.
 
1. Unidade de medida linear anglo-saxônica equivalente a 12 polegadas ou a 30,48 centímetros. 2. Parte inferior do leme, dos mastros e mastaréus ou dos paus de cutelo.
 
PEIADesignação genérica dos cabos usados para prender (pear) quaisquer objetos de bordo, evitando que se desloquem com o balanço da embarcação.
 
PEIAS DE BALANÇOPeças fictícias do aparelho náutico que, por brincadeira, se manda buscar por marujo ou aspirante novato.
 
PENÍNSULAPorção de terra cercada de água por todos os lados, à exceção do trecho (istmo) que a liga a um território mais vasto.
 
PERAU1. Declive abrupto do fundo, junto à costa, com tendência ao rápido aprofundamento. 2. Depressão da areia escavada pela arrebentação.
 
PERCHACada uma das molduras colocadas como enfeite na proa do navio.
 
PERÍODO CONTÍNUORefere-se a operações que são realizadas sem interrupções para refeições ou mudança de turnos, com a movimentação por sugadores, correias transportadoras ou oleodutos. Este período tem precedência sobre os domingos e feriados.
 
PERMANENTETripulantes de alguns navios a vela que sobem aos mastros para realizar movimentos de velame.
 
PESAGEMServiço especial que o porto presta aos seus usuários, que consiste na pesagem de volumes por unidade ou de carga a granel, transportados por caminhões ou vagões.
 
PESCAR DE LUVAAto ou efeito de ficar o barco a receber o vento pelo bordo oposto àquele por onde vai amurado, passando com a popa pela linha do vento, devido ao mau tempo ou à imperícia do timoneiro.
 
PESCARIA DE POITAPesca que se realiza com o barco fundeado no ancoradouro.
 
PESO MORTODiferença em peso entre o deslocamento máximo e o deslocamento mínimo de um navio de guerra, tais como: o peso da munição, do combustível, da água de reserva das caldeiras, da água potável e para banho e sanitários; dos mantimentos, do material de consumo e das guarnições e seus pertences. Nome pelo qual, em navios mercantes, se designa, impropriamente, o porte bruto.
 
PESO MOVIMENTADO COM A PART. DO PORTODesigna a tonelagem da carga movimentada no cais, inventada da tonelagem movimentada nos terminais privativos, mesmo que localizados no próprio cais.
 
PESO MOVIMENTADO SEM A PART. DO PORTODesigna a tonelagem da carga movimentada nos terminais privativos localizados no âmbito da área de administração ou jurisdição do porto, abrangendo aqueles situados no próprio cais.
 
PESQUEIRO DE ARRASTONavio pesqueiro que opera arrastando uma rede para a captura do pescado.
 
PESSOAL DA MARINHA MERCANTEConstituído por todos aqueles que exercem suas atividades a bordo das embarcações nacionais, nas oficinas e estaleiros de construção naval e nos trabalhos de carga e descarga das embarcações (RTM, artigo 318).
 
PESTANACada uma das extremidades dos braços de uma âncora.
 
PICADEIROArmação de madeira ou aço que apóia pontos do fundo do navio, durante a construção ou reparo.
 
PICADEIRO CENTRALPicadeiro colocado sob a quilha, suportando todo o peso do navio, durante a construção ou reparo em seco.
 
PICADEIRO LATERALPicadeiro colocado sob o fundo do navio, afastado da quilha, para dar estabilidade ao navio durante a construção ou reparo em seco.
 
PÍERPlataforma enraizada em terra, ou em um quebra-mar, acostável em um ou em ambos os lados, para funcionar como cais. É um cais, não paralelo à linha de costa, mas a ela perpendicular, ou com ela formando um ângulo, oferecendo a vantagem de permitir atracação pelos dois lados (Daltro Barbosa Leite).
 
PIVOTAMENTOSituação durante o lançamento em que o navio adquire flutuabilidade positiva e apóia-se, em terra, somente sobre o pródigo de vante do carro de lançamento. Também chamado de giro.
 
PLANARAto ou efeito de o barco deslizar à flor d\'água em alta velocidade. Esse movimento está ligado ao perfil da carena e a seu atrito com o ar e a água.
 
PLANO DE ARRANJO GERALPlano mostrando a subdivisão interna do navio, tendo para isto representados todos os pavimentos com as subdivisões neles existentes, os nomes dos compartimentos e a localização dos acessos.
 
PLANO DE CAPACIDADEPlano contendo as informações importantes para a estiva e manuseio da carga a bordo, tais como: desenhos mostrando os compartimentos do navio; cubagem de todos os compartimentos de carga e tanques; capacidade de carga no convés; tabela mostrando os efeitos de variações longitudinais de peso sobre o compasso; escala de deslocamento, mostrando no mínimo a inter-relação entre calado, deslocamento e porte bruto; capacidade e arranjo dos aparelhos de manuseio de carga.
 
PLANO DE FLUTUAÇÃOPlano horizontal pelo qual o casco é cortado pela superfície do mar. Este plano corta o costado segundo uma linha que se chama linha de flutuação ou linha-d’água.
 
PLANO INCLINADOObra de madeira destinada a construção e consertos de embarcações.
 


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